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jueves

COMO OBTER O DESEMPENHO EFETIVO?

Procuramos oferecer um treinamento ótimo e prático aos profissionais executivos. Sabemos da dificuldade do tempo e queremos oferecer a melhor alternativa para que você utilize a aprendizagem na sua plenitude e possa ser encontrado para novas oportunidades. O processo se inicia pelo diagnóstico apresentado de necessidades a serem satisfeitas, aplicação e condução do programa de treinamento, as implementações das necessidades. Assim a informação guia o comportamento dos colaboradores e os torna mais eficazes.



A maior parte do programa de treinamento está centrada em transmitir informações ao colaborador sobre o hotel, restaurante o empresa de eventos em suas políticas e diretrizes, regras e procedimentos, missão e visão organizacional, seus produtos, serviços e seus hóspedes. Atitudes simples podem tornar o ambiente mais saudável e a empresa mais competitiva:
- Fazer bem feito o que tem que ser feito

- Se comprometer com os resultados, respeitar as pessoas, ser ético em tudo que faz
- Ser persistente e não desistir frente aos obstáculos (que são muitos)

- Ser disciplinado, sabendo que para atingir um objetivo antes temos que passar por muito trabalho burocrático e repetitivo
- Ser tolerante diante das diferenças

- Ser solidário com as pessoas quando estas precisarem de ajuda.
Uma coisa é certa: não existe atendimento nota 10 com funcionários nota 5. Não esqueça a qualidade do atendimento só tem um juiz, o cliente. Temos que sensibilizar aos funcionários para a importância do atendimento como diferencial competitivo no sucesso da empresa. Vai ver também que ter atitudes positivas independe das atitudes ou comportamento das outras pessoas. Você pode até mudar de empresa por diferenças, mas nunca deixar de agir de maneira positiva em tudo que faz.

A partir de um ambiente de trabalho "bagunçado" é realizada uma grande "faxina" física e mental no local. Através de dezenas de cenas práticas, você ficará conhecendo o que é e como implantar o programa 5S na sua empresa, uma ferramenta indispensável para o aumento da produtividade e combate ao desperdício.
Ser detentor de Decisões significa perceber sem distorções (principalmente emocionais) os estímulos do meio ambiente, analisar desapaixonada-mente os componentes desses estímulos, e organizar a resposta que melhor atenda as expectativas daquele momento. Entre a percepção dos fatos e a resposta a eles, encontra-se o pensamento lúcido.

Disciplina significa mandar e obedecer. Na sua vida você manda e você obedece. Se você não se habituar a mandar corretamente em você mesmo, e também a obedecer ao que foi decidido como o melhor a se fazer, aí então os outros vão começar a se meter na sua vida, querendo mandar em você. Ter disciplina é isso. Decidir o que deve ser feito, e fazer.
É muito comum as pessoas se defenderem dos seus erros dizendo que errar é humano, e é mesmo. Mas acertar também é humano, mais do que errar. Tudo que deu errado na nossa "fabricação" foi descartado pela evolução. Nós fomos programados para acertar, por isso estamos vivos até hoje. Os erros só existem para você detectar o caminho incorreto, mudar de direção e acertar.

O homem é um ser gregário que não foi feito para viver isoladamente. Tem alguma dificuldade para lidar com as diferenças. É para isso que serve a educação. Para criar pessoas capazes de conviver harmoniosamente, retirando desse convívio, não apenas o aumento da capacidade de viver.

O valor do investimento é mínimo comparado às inúmeras informações que serão passadas. Encaminhe um email para nos e faça sua reserva para participar deste treinamento.

martes

HOTEL TRÊS ESTRELAS OU QUATRO ESTRELAS?

A quantidade de clientes que deixam os hotéis é maior que a quantidade de clientes que entram nos hotéis. É a chamada adição negativa. Um dos motivos da baixa de clientes é a falta de fidelidade. Os clientes são captados por ofertas de diárias, serviços e atendimento. Quem procura por baixo preço corre atrás de ofertas.



Vamos deixar as empresas de time sharing e grupos hoteleiro todo incluído prá lá. Elas fazem fidelização pelo preço. Vamos ao mercado de Hotéis standard. Quem entra nos hotéis três estrelas por 120,00 R$. E Quem já pagou 200,00 R$ nos hotéis de quatro estrelas. Só que aqueles que não este satisfeito com os serviços de três estrelas, colocou a empresa como campeã das reclamações. E vai procurar outro hotel que tenha mesma qualidade e preços, mais com certeza não vai para o hotel de maior categoria.  
Vamos ao mercado de 3 estrelas donde tem apostado em massificação, classe 2 e 3, funcionários de empresas deslocados, cobertura para eventos, positivação e claro, baixo preço. Quem dorme nesses hotéis foi convencido pelas campanhas publicitárias, pelo baixo preço e não liga que esta ocupando hotel “meia boca”.

A hotelaria três estrelas conseguiu estragar até redes hoteleiras de quatro estrelas ou superior, esta tentando fazer fidelização e reconquistar seus clientes através da substituição de toda a linha de unidades habitacionais, esta trazendo inteligência e inovação. Mais não e todo assim, temos que criar um setor hoteleiro mais acorde com os tempos atuais. Temos que chegar a ser requeridos como capitão dos negócios turísticos.
Fidelização dos clientes pelo atendimento
Fidelização dos clientes pela variedade e pela conveniência




Não é fácil apontar negócios turísticos com saúde no Brasil porque não dispomos de certificação para os balanços nem dispomos de legislação contra fraude corporativa. Não pode ter fidelização durante anos pelo preço baixo todo dia. Isso e quebrar o business. Preço baixo e quantidade, não são para o setor turismo. O patrão hoteleiro tem que reagir e ter fidelização pela inovação, pela inteligência.

Fora de Brasil se produzem bilhões de reservas por ano. Metade delas é por operadoras que tem no seu portfólio os melhores hotéis com a melhor qualificação dos mesmos.  Outra quarta parte é feita pela localização ou evento que tem a cidade, deixando a outra quarta parte das reservas feitas pelo atendimento hotel – cliente, mais todas as reservas chegam-se efetivar e criar um constante “feed on - come back” que movimenta ingente quantidade de pessoas, empresas terceirizadas e um renome global.
O Brasil quer quantidade porque historicamente nossa demanda nunca atendeu os desejos e necessidades de consumo dos brasileiros. Junto com a quantidade vem o preço baixo. Vem a escala. Foi assim com o café. É assim com a cana que tem os preços do açúcar regulados pelo mercado internacional. O café perdeu mercados, clientes e fidelidade porque se sustentou somente no baixo preço. A qualidade era qualquer uma.

Para ser melhor e maior, precisamos de qualidade, inteligência e educação. Não vamos adiante com multas por demissão, 45 dias de férias remuneradas, FGTS, tribunais de 1620, burocracia de 1560, cidades sem escola, cidades sem esgoto e água, cidades sem saúde. Temos que investir em inteligência, inovação, cooperação e valor.
 
 
O turismo não e temporário. Mais depende de investimentos, que muitos poucos aqui no Brasil, estejam olhando desde a perspectiva de diversificar os benefícios para não ter janelas de business fechadas ao longo prazo. Após o término da campanha dos setores como agricultura e gado que movimentam este pais pelas boas exportações e mercado interno, quero ver quem tem “plano B” e manter  o status de empresário desenvolvido.

Afinal... Quem mexe com fidelização por outros motivos investem em qualidade, patentes, inovação. No resto do mundo procura-se pela qualidade.

jueves

¿LA AGRESIVIDAD EN UN EJECUTIVO, ES UN SINTOMA DE INSEGURIDAD?

A veces la agresividad es situacional, es decir, la empresa contrata a alguien así para rectificar la empresa. Otras veces es para poner orden, otras es enfermiza. Puede ser un síntoma, o también un resultado. Una mala gestión puede llevar a la frustración, y ésta manifestarse en forma de agresividad. El ser humano es muy complejo, y un ejecutivo está sometido a bastantes presiones en forma regular.


Si es agresividad frente a compañeros o personal bajo su cargo, pienso que es síntoma de algún tipo de complejo, si hablamos de agresividad en el sentido de fortaleza frente a los problemas y para afrontar nuevos retos, es síntoma de carácter sobredimensionado basado en experiencia anteriores.

Bajo un punto de vista ético, la agresividad nunca es buena, si es con compañeros produce distanciamiento, si es con subordinados produce odio y si es con competencia produce un efecto rebote que hace que ellos la usen contra nosotros, Se prefiere gente que sepa tener mano izquierda antes que agresivos. 


El agresivo es una persona insegura por naturaleza. Usa como norma aquello de "un ataque es la mejor defensa", y prefiere el ataque preventivo. Una persona segura de si misma, con control de la situación y uso de su sentido común, raramente es agresiva. Cuando eres agresivo sólo puedes esperar agresividad. De tus iguales que buscarán siempre tu punto débil para devolver su actitud. Y es muy difícil, sino imposible estar en guardia siempre y con todos para salvaguardar esos puntos débiles.

Tus subordinados te temerán en el corto plazo, pero se acostumbrarán en el medio y no te respetarán en absoluto en el largo. Los competidores se sentarán en su puerta esperando ver su féretro pasar. Y lo verán. Tener un subordinado agresivo o un jefe agresivo, es una cualidad intrínsecamente perjudicial para cualquier organización. 

Desgraciadamente sufrir un jefe agresivo, puede tener efectos negativos en la salud, por no tener carácter ante el abuso de poder, dejarse cohibir por el ambiente laboral. Por no contestar “constructivamente” se va engullendo hasta que no pude más. Esa agresividad siempre tiene un final tipo “jaque mate” a la organización, porque los resultados de esa agresividad no se tradujeron en resultados empresariales y la Compañía se disuelve. 


La agresividad en el tono, en las formas y en las palabras por parte de profesionales que lo hacen de forma repetitiva hacia otros, No debería ser aceptada por las compañías. Los profesionales que tienen este comportamiento habitual en el diálogo desacreditan la validez del empleado para cualquier puesto que tenga relación con otras personas.

Las relaciones de negocios o laborales son una más de las relaciones humanas, somos profesionales y entre profesionales acepto el tesón, el empeño, etc. Pero nunca la agresividad gratuita que solo lleva a la desmotivación del equipo, el jefe agresivo lo es, porque carece de otros recursos con lo cual es un mal profesional. Un ejecutivo agresivo es un acomplejado y un inseguro.

No es una actitud adecuada en que el directivo sea por naturaleza inseguro porque entre otras cosas la gente no es insegura, sino que la gente se comporta con inseguridad en función del contexto, de sus estrategias interiorizadas. La frustración también explica la agresividad hacia los demás y también, como señalaba antes, un estilo.

En general, carecemos de las habilidades adecuadas para movilizar a las personas. El estilo de gerencia “como ser agresivo me da buenos resultados tengo interiorizado está manera de actuar”. Es una manera errónea de ganar respeto, que no te cuestionen pero ello conlleva efectos muy negativos, disminución de la iniciativa, adiós al buen clima en el equipo, bloqueo a la creatividad.


Asistir a muchos cursos, conferencias, leer libros y hemos asentido, con rotundidad, cuando nos han dicho que hay que conseguir implicar, que hay que conseguir que la gente quiera hacer lo que consideramos que deberían hacer pero o no nos han dado método para hacerlo o el coste de hacerlo era inasumible. Necesitamos habilidades, sobre todo, de comunicación efectiva, convencer, persuadir sin manipular y esta comunicación efectiva no sólo implica habilidades de saber escuchar, saber argumentar, construir desde el otro, etc. Para conseguir que el interlocutor quiera hacerlo. Implica, en muchos casos, un re-pensarse, un cambio importante en el estilo de relacionarse con los demás que fácilmente dará unos beneficios increíbles pero hay que dar el salto, y si miramos hacia abajo.


Ante la falta de destreza, ante el miedo a no conseguir lo que queremos ¿qué nos queda entonces? ¿La agresividad? Es una salida?. Por supuesto que no, la agresividad no es buena. Personas agresivas, destrozan todo lo que les rodea. Necesitan ayuda sinceramente.

Todo ejecutivo tiene cierta medida de agresividad, sino no hubiesen llegado a ser ejecutivos. Al menos de que hubiese nacido en familia de recursos donde la compañía le pertenece a la familia y tiene la posición garantizada, todos tenemos que utilizar ingenio, cerebro, y agresividad para llegar al nivel ejecutivo. No solo para llegar al nivel ejecutivo se necesita cierta agresividad, pero para mantenerse en ese nivel. Recordemos que cuando uno llega a ejecutivo, hay diez o veinte esperando a que uno caiga para agarrar la posición.

Definitivamente, ser amable y cordial es lo nos abre puertas entre nuestro entorno y que nos distingue de la competencia, pero ser agresivos “comercialmente” también puede beneficiar en el tiempo, de la competencia. Es como el Ying y el Yang en los negocios. Agresividad en los negocios, podríamos considerar al ejecutivo como aquella persona que tiene capacidad, deseos, valentía para dar un golpe de efecto en el mercado respecto a su competencia. Política de precios, campañas promocionales, captación de colaboradores, etc.



En ocasiones lamentablemente se dan ambas sinergías... poder-autoridad-imposición. Se dice del genio arrebatado e impetuoso y que se deja llevar fácilmente de la ira. Y tal vez se ejecuta contra el modo regular o fuera de razón y justicia.

La agresividad en sentido negativo puede ser perfectamente un síntoma de inseguridad pero que no hay tipo especial de agresividad relacionada expresamente con los ejecutivos, forma parte del carácter o es fruto de situaciones puntuales de los individuos, pero no tiene nada que ver con el trabajo que desempeñan. Otra cuestión sería que la situación de poder de que gocen en la empresa ciertos ejecutivos le permita ejercer o “legitimar” dicha agresividad.

La agresividad como carácter personal y en un cargo gerencial de una empresa, muestra falta de personalidad definida, miedo a afrontar retos e incapaz de resolver conflictos, colocando errores y situaciones problemáticas muy por encima de la capacidad de su gerencia. Es un reflejo de flaqueza personal y por ende de flaqueza profesional. El ambiente se enrarece y se torna opuesto al buen desarrollo de la empresa.

martes

EMPRESA, TRABALHO CONSTANTE


ESTRATÉGIAS PARA MEDIR A SATISFAÇÃO DO CLIENTE

A palavra de ordem nas empresas hoje, é Satisfação do Cliente. “life motive” do marketing em todas as esferas de relacionamento da nossa vida, Cada vez mais os consumidores estão mais conectados, porém monitorar a percepção do cliente sobre o atendimento aos requisitos estabelecidos é uma prática obrigatória.

E uma escolha errada no atendimento já pode significar um evento de grandes proporções. Em algum momento será necessário medir o nível de satisfação do seu cliente de alguma forma, seja por uma opção de qualidade de atendimento ou mesmo pela sobrevivência da sua empresa.

A empresa sempre tem a idéia de fazer uma pesquisa de satisfação para que o cliente avalie alguns itens escolhidos pela própria empresa e baseado nas respostas obtidas, cria-se uma porcentagem que irá definir o nível de satisfação. Essa é uma prática muito comum no mercado, mas que possui alguns fatores limitantes que podem jogar em contra, se a estratégia não for bem calculada.

Normalmente a taxa de retorno de pesquisa de satisfação é muito baixa, o que pode comprometer o resultado geral da sua análise. Principalmente quando enviada por e-mail ou correio, disponibilizada em sites ou deixadas em locais na empresa. O principal limitador da pesquisa de satisfação é o seu retorno,

Devemos encontrar novas formas de monitorar a satisfação do cliente. A pesquisa de satisfação não é a única metodologia que pode ser aplicada para esse fim. Outros métodos que podem aplicados pela empresa podem ser:

- Indicadores de desempenho para avaliar o índice de reclamação, produtos devolvidos, atrasos na entrega em relação ao total entregue;

- Classificar o total de seus clientes entre comprantes, recomprantes e recomendantes e analisar qual é a porcentagem de clientes fiéis (muito aplicável em empresas prestadoras de serviço);

- Dados de clientes na entrega do produto ou no contato inicial do cliente com a empresa;

É necessário que seja realizada uma analise profunda para verificar qual será a estratégia utilizada pela empresa para que os resultados obtidos sejam direcionados para a tomada de decisões mais assertivas e para começar temos que entender um item fundamental:

É o cliente quem deve escolher quais são os requisitos importantes para ele e não a empresa, ou seja, conheça e entenda o perfil do seu cliente! Ao entender o seu cliente, será mais fácil identificar qual é a melhor forma de contato com ele.